Escrito por: Jean S. Viana - 2018
*********************************************************************
"Manuscritos da Luz e das Trevas"

Eu vi o mundo e os que nele habitam... Conheci o gélido abraço da morte e a morte sorriu ao ver meu sangue gelar. Minha boca secou e meus lábios emudeceram. Desejei o seu abraço e o seu beijo... Adormeci. Pensei ser assim bem mais fácil me deitar e deixar que tudo passasse, mas o mar rugia e o Dragão sorria com escárnio sobre a derrota da minha carne. Não corrompi minhas crenças, no entanto ofendi os céus quando sem ânimo me larguei ao acolhedor manto da noite. Andei como os mortos que caminham sobre a terra e na noite fiz meu refugio. O aço me acompanhava e a dor apertava me a garganta como o laço da forca sufoca os condenados. Não havia mais sentimento em mim. Nada mais importava. Vaguei como sombra e como sombra adormecia todas as noites. As vezes até o sono fugia de mim. Orei. Pedi por livramento, mas não da morte e sim da vida. Desisti de viver e não mais quis o abraço, o beijo e a alegria. Menti. Menti para amigos e congregações para que não me sufocassem mais do que a vida. No torpor da noite minha jornada se tornou um pesadelo pois sonhos eu não tinha mais. Eu me tornei a própria escuridão da noite. A minha visão se abriu e agora eu podia ler os corações dos homens e as vaidades das mulheres. Me afastei do mundo, pois não mais pertencia a ele. Passei a observar das sombras da noite ops seres que respiravam a podridão do mundo. Passei a aprender sobre o pecado deles. Passei a olhar para dentro de mim. O silêncio. A dor e a escuridão me acompanhavam. Agora o aço se revolta e o sangue convida ao castigo. O pecado se pune com a morte. O preço da vida é o caminho de Cristo e a palavra de DEUS.
Caso contrário o ser humano nunca passará de sombra e sua vida será uma escuridão eterna.
De: Jean S. Viana - 2017
"Manuscritos da Luz e das Trevas". (Livro do Autor)
*****************************************************************************************************
JACK MACABRO - NASCIDO DA ESCURIDÃO
Apresentando Jack Macabro
Personagem de Jean Da Silva Viana - 2017
Trecho do livro: "Nascido da Escuridão"
Personagem de Jean Da Silva Viana - 2017
Trecho do livro: "Nascido da Escuridão"
Naquela noite um som fraco invade a rua e o barulho da chuva sob o telhado se faz melodia aos ouvidos de um corpo cansado. O sono é um prêmio... E os sonhos uma maneira de vida para alguns.
Mesmo sonolenta, a mente que tem juízo pensa o porque de tanta paz e repentino adormecer. Mas é tão bom que o corpo se deixa levar.
Silêncio. Um bom trecho de tempo se passa.
No quarto ao lado um casal se ufana em doces carinhos e sexo violento, sem limites ou pudor. Os vizinhos reclamam e amaldiçoam a casa. Amaldiçoada a noite segue aos gemidos e risos. A noite prossegue e o inferno sorri do futuro.
Adultério. Escárnio e traição.
Jack macabro ainda dorme. Passeia nos campos do passado em território inimigo e travas lutas já ganhas. Revê amigos que já morreram, abraça sua mãe e briga com seu pai. Até se perdoam por isso. Sorri ao ouvir uma musica e rega esse momento com cerveja e antigos amigos. A fogueira acessa no centro a queimar a carne do churrasco e alguns sorrisos largados. No canto um vulto se esconde e não mostra o seu rosto, mas claramente se vê sangue nas mãos dele. Ele não bebe e nem fuma, mas seu corpo fede a enxofre. Jack Macabro se aproxima e leva sua mão direita para remover o capuz. Sua mão treme. Um vapor quente toca lhe a mão e... Ao remover o capuz daquela figura... Para seu terror ele vê o mais horrível rosto na sua frente. Marcas e cicatrizes, cortes e sangue. Uma figura demoníaca. A criatura o encara por um breve momento. Depois se levanta e com um soco atinge Jack macabro no peito e ele cai sobre o fogo aceso.
As drogas cessam o efeito e ele acorda. O suor desce do seu corpo como uma torrente de águas frias.
Houve o som do fogo de dois corpos em luxuria e volúpia escarnecedora. A terra se abre sob seu corpo e o inferno o convida a pensamentos não muito agradáveis. De pressa ele se eleva ao grau de caçador. Uma labareda o queima por dentro. Ele sabe. Sabe o que esta acontecendo. Ele sabe o que deve fazer. Mesmo assim passa um minuto em silêncio. O seu sangue ferve.
Aqueles sons invadem sua mente e seu espírito foge do corpo. Não há mais um inocente ali.
Sua consciência da lugar ao extremo vazio de um abismo.
Naquele instante macabro sente ódio.
Mas as criaturas não param de atormenta-lo. Esses monstros.
Ele abre a gaveta e vislumbra a arma branca onde o aço reluz reagindo a luz.
Ele sente a lâmina nas pontas dos dedos.
Sua mão desliza no cabo da faca. Madeira entalhada com seu nome.
Ele observa os pequenos objetos sobre a mesa: Medalhas, fotos, relógio antigo...
Ainda atordoado pelo sono cambaleia pelo corredor.
Quanto mais se aproxima da porta do quarto, mais longe ela parece estar.
Sua mão alcança a madeira e passeia pela textura da porta...
Sem pressa ele a abre.
O pecado reclama como se tivesse toda a razão do mundo.
E os monstro saem da frente de macabro ficando só duas figuras nuas:
Um homem deitado na cama e uma mulher diante do espelho.
- O que esse babaca esta fazendo aqui? Você não disse que ele estava dormindo?
Ela se surpreende. A máscara que cobre o rosto esconde a expressão, mas não esconde os olhos por completo, ainda é possível ver o ódio.
- Saia daqui !! Vá pro seu quarto!!
O homem nu tenta se levantar, mas a mão de macabro encontra o seu pescoço nu e o aperta como se fosse um graveto. Ao tentar se libertar usando as mãos, Macabro faz talhos para que ele não tente novamente. Cortes suaves e a flor da pele para que sinta dor... E continua a sufoca-lo.
Não há mais sentimento algum nem moral que o pare.
- Pare com isso! Você vai mata-lo!
Diz a mulher tentando segurar uma das mãos de macabro, mas ele a joga contra a parede e ela bate a cabeça no armário e cai.
Ele continua como se nada pudesse impedi lo.
O homem nu já não reage mais com tanta força. Seus olhos se desesperam, pois o ar não chega aos pulmões. Agonia, desespero e morte.
- Foi mais rápido que pensei !! Não havia espírito de luta nele!! Ele não era nada! Só mais um Bosta!! Ele era um fraco. Um oportunista sem limites... alguém que precisava de um castigo!
- Você o matou!!
Diz ela espantada com a dantesca cena.
Mesmo sonolenta, a mente que tem juízo pensa o porque de tanta paz e repentino adormecer. Mas é tão bom que o corpo se deixa levar.
Silêncio. Um bom trecho de tempo se passa.
No quarto ao lado um casal se ufana em doces carinhos e sexo violento, sem limites ou pudor. Os vizinhos reclamam e amaldiçoam a casa. Amaldiçoada a noite segue aos gemidos e risos. A noite prossegue e o inferno sorri do futuro.
Adultério. Escárnio e traição.
Jack macabro ainda dorme. Passeia nos campos do passado em território inimigo e travas lutas já ganhas. Revê amigos que já morreram, abraça sua mãe e briga com seu pai. Até se perdoam por isso. Sorri ao ouvir uma musica e rega esse momento com cerveja e antigos amigos. A fogueira acessa no centro a queimar a carne do churrasco e alguns sorrisos largados. No canto um vulto se esconde e não mostra o seu rosto, mas claramente se vê sangue nas mãos dele. Ele não bebe e nem fuma, mas seu corpo fede a enxofre. Jack Macabro se aproxima e leva sua mão direita para remover o capuz. Sua mão treme. Um vapor quente toca lhe a mão e... Ao remover o capuz daquela figura... Para seu terror ele vê o mais horrível rosto na sua frente. Marcas e cicatrizes, cortes e sangue. Uma figura demoníaca. A criatura o encara por um breve momento. Depois se levanta e com um soco atinge Jack macabro no peito e ele cai sobre o fogo aceso.
As drogas cessam o efeito e ele acorda. O suor desce do seu corpo como uma torrente de águas frias.
Houve o som do fogo de dois corpos em luxuria e volúpia escarnecedora. A terra se abre sob seu corpo e o inferno o convida a pensamentos não muito agradáveis. De pressa ele se eleva ao grau de caçador. Uma labareda o queima por dentro. Ele sabe. Sabe o que esta acontecendo. Ele sabe o que deve fazer. Mesmo assim passa um minuto em silêncio. O seu sangue ferve.
Aqueles sons invadem sua mente e seu espírito foge do corpo. Não há mais um inocente ali.
Sua consciência da lugar ao extremo vazio de um abismo.
Naquele instante macabro sente ódio.
Mas as criaturas não param de atormenta-lo. Esses monstros.
Ele abre a gaveta e vislumbra a arma branca onde o aço reluz reagindo a luz.
Ele sente a lâmina nas pontas dos dedos.
Sua mão desliza no cabo da faca. Madeira entalhada com seu nome.
Ele observa os pequenos objetos sobre a mesa: Medalhas, fotos, relógio antigo...
Ainda atordoado pelo sono cambaleia pelo corredor.
Quanto mais se aproxima da porta do quarto, mais longe ela parece estar.
Sua mão alcança a madeira e passeia pela textura da porta...
Sem pressa ele a abre.
O pecado reclama como se tivesse toda a razão do mundo.
E os monstro saem da frente de macabro ficando só duas figuras nuas:
Um homem deitado na cama e uma mulher diante do espelho.
- O que esse babaca esta fazendo aqui? Você não disse que ele estava dormindo?
Ela se surpreende. A máscara que cobre o rosto esconde a expressão, mas não esconde os olhos por completo, ainda é possível ver o ódio.
- Saia daqui !! Vá pro seu quarto!!
O homem nu tenta se levantar, mas a mão de macabro encontra o seu pescoço nu e o aperta como se fosse um graveto. Ao tentar se libertar usando as mãos, Macabro faz talhos para que ele não tente novamente. Cortes suaves e a flor da pele para que sinta dor... E continua a sufoca-lo.
Não há mais sentimento algum nem moral que o pare.
- Pare com isso! Você vai mata-lo!
Diz a mulher tentando segurar uma das mãos de macabro, mas ele a joga contra a parede e ela bate a cabeça no armário e cai.
Ele continua como se nada pudesse impedi lo.
O homem nu já não reage mais com tanta força. Seus olhos se desesperam, pois o ar não chega aos pulmões. Agonia, desespero e morte.
- Foi mais rápido que pensei !! Não havia espírito de luta nele!! Ele não era nada! Só mais um Bosta!! Ele era um fraco. Um oportunista sem limites... alguém que precisava de um castigo!
- Você o matou!!
Diz ela espantada com a dantesca cena.
- Sim! Agora é a sua vez!
Jack Macabro se volta pra mulher.
Jack Macabro se volta pra mulher.
- Não! Por favor! Não!
Ela implora por sua vida.
Ela implora por sua vida.
- Não tenha medo Jezebel... Aceite a sua punição!
Ele a acalma.
Ele a acalma.
- Não, por favor!
Macabro puxa a mulher pela mão e a arremessa em cima da cama. Seu corpo esguio treme e seus olhos pedem tranqüilidade. Sua pele e alva como a pureza das crianças, mas tudo que ele vê na alma dela é a escuridão na qual mergulhou: O pecado da luxuria e da ambição.
A língua enganadora e a sedutora adúltera não lhe parece mais tão inocente como antes.
Aquela que outrora se desmanchava em amores agora parecia mais podre que o lixo das ruas de uma cidade grande.
Afinal de contas todos nós fazemos escolhas na vida... Algumas nos levam para o inferno... Outras porém, nem sabemos se levarão ao Céu, só supomos que sim. Agora já não importava mais... O caminho havia sido escolhido. Céu ou inferno já não era uma opção e sim uma roleta de jogos, onde cada um aposta, perde ou ganha.
Porém a escolha de macabro era o inferno. A acolhedora ideia de fazer tudo sem estar preso por conceitos humanos. Matar sem piedade nem remorso.
Sua Mão esquerda pressiona a garganta da mulher e ela pede por sua vida. Ele não se importa e nem houve sua suplica... Somente aperta o suficiente para ela saber que não morrerá sufocada. Ela treme ao brilho da lâmina. A outra mão de macabro se ergue enquanto a morte sorri. Ele fala...
Me punia em palavras pelo passado do qual nem dava conta. Coisas da cabeça de uma mente perturbada. A lâmina desce firme e certeira aprofundando até o cabo no corpo nu da mulher.
- Eu matei o meu Pai...
- Eu matei a minha mãe...
- Eu matei meus amigos eu criei monstros...
- Criei monstros dentro de mim.
- Um dia você vai olhar para trás e perceber que tudo seria diferente...
- Vai se culpar por tudo...
- Mas não vai adiantar mais pois você já vai estar morrendo...
- Vai ver na sua cabeça a pessoa que você poderia ter sido...
- Mas não pode mais.
- Porque você esta morrendo.
- Vai ver seu estilo bonito e comportado...
- Suas roupas da moda e seu carro do ano...
- E se sobrar tempo vai recordar da infância...
- Mas não adianta nada...
- Você vai estar morrendo!
Mais nove facadas se seguem tão rápido que mais parece um sopro de vento. Tão firme e precisas como uma marcação cirúrgica. O rosto da garota empalidece. O Sangue jorra. O lençol branco se tinge de vermelho. As mãos de macabro seguram suavemente a garganta da mulher enquanto ele pede que ela fique em silêncio.
- shuuu!! Calma! Já está tudo acabado! Você esta morrendo e não há mais passado, presente o futuro pra você... Só uma ideia do que poderia ter sido!
E realmente... Ela vê a vida passar na sua mente... E até momentos que nunca aconteceram surgem como o que poderia ter sido, uma possibilidade de futuro. Mas não existe mais futuro. Ela sente um torpor e uma suavidade apesar da dor... Já não resta mais sangue no seu corpo e o ar não chega mais ao cérebro com a mesma intensidade Seus olhos ficam vazios e um nevoa começa cobrir lhe a visão. Seus braços amolecem e afrouxam... Ela não se move mais.
Macabro sai de cima do corpo e ganha o corredor lentamente, caminhando até a porta da sala. Observa os moveis e os quadros na parede... Uma vida falsa. Um nada... Uma futilidade sem valor. Abre a porta e sai para a rua com as mãos manchadas de sangue. Quem mais precisa dessa lâmina? Onde está a consciência do mundo? Quem mais deseja o inferno e o aço o tragara? Ele não sorri e nem chora! Não sente frio e nem calor. Se tornou um monstro tal qual ele mesmo se imaginará um dia. A noite segue em silêncio e uma sombra humana some na escuridão. Jack Macabro esta nas ruas. Talvez um dia você o veja. Talvez não. Mas de qualquer forma ele só persegue o pecado e a dor. Se você estiver no caminho certo é bem provável que ele nunca passará de história.
Macabro puxa a mulher pela mão e a arremessa em cima da cama. Seu corpo esguio treme e seus olhos pedem tranqüilidade. Sua pele e alva como a pureza das crianças, mas tudo que ele vê na alma dela é a escuridão na qual mergulhou: O pecado da luxuria e da ambição.
A língua enganadora e a sedutora adúltera não lhe parece mais tão inocente como antes.
Aquela que outrora se desmanchava em amores agora parecia mais podre que o lixo das ruas de uma cidade grande.
Afinal de contas todos nós fazemos escolhas na vida... Algumas nos levam para o inferno... Outras porém, nem sabemos se levarão ao Céu, só supomos que sim. Agora já não importava mais... O caminho havia sido escolhido. Céu ou inferno já não era uma opção e sim uma roleta de jogos, onde cada um aposta, perde ou ganha.
Porém a escolha de macabro era o inferno. A acolhedora ideia de fazer tudo sem estar preso por conceitos humanos. Matar sem piedade nem remorso.
Sua Mão esquerda pressiona a garganta da mulher e ela pede por sua vida. Ele não se importa e nem houve sua suplica... Somente aperta o suficiente para ela saber que não morrerá sufocada. Ela treme ao brilho da lâmina. A outra mão de macabro se ergue enquanto a morte sorri. Ele fala...
Me punia em palavras pelo passado do qual nem dava conta. Coisas da cabeça de uma mente perturbada. A lâmina desce firme e certeira aprofundando até o cabo no corpo nu da mulher.
- Eu matei o meu Pai...
- Eu matei a minha mãe...
- Eu matei meus amigos eu criei monstros...
- Criei monstros dentro de mim.
- Um dia você vai olhar para trás e perceber que tudo seria diferente...
- Vai se culpar por tudo...
- Mas não vai adiantar mais pois você já vai estar morrendo...
- Vai ver na sua cabeça a pessoa que você poderia ter sido...
- Mas não pode mais.
- Porque você esta morrendo.
- Vai ver seu estilo bonito e comportado...
- Suas roupas da moda e seu carro do ano...
- E se sobrar tempo vai recordar da infância...
- Mas não adianta nada...
- Você vai estar morrendo!
Mais nove facadas se seguem tão rápido que mais parece um sopro de vento. Tão firme e precisas como uma marcação cirúrgica. O rosto da garota empalidece. O Sangue jorra. O lençol branco se tinge de vermelho. As mãos de macabro seguram suavemente a garganta da mulher enquanto ele pede que ela fique em silêncio.
- shuuu!! Calma! Já está tudo acabado! Você esta morrendo e não há mais passado, presente o futuro pra você... Só uma ideia do que poderia ter sido!
E realmente... Ela vê a vida passar na sua mente... E até momentos que nunca aconteceram surgem como o que poderia ter sido, uma possibilidade de futuro. Mas não existe mais futuro. Ela sente um torpor e uma suavidade apesar da dor... Já não resta mais sangue no seu corpo e o ar não chega mais ao cérebro com a mesma intensidade Seus olhos ficam vazios e um nevoa começa cobrir lhe a visão. Seus braços amolecem e afrouxam... Ela não se move mais.
Macabro sai de cima do corpo e ganha o corredor lentamente, caminhando até a porta da sala. Observa os moveis e os quadros na parede... Uma vida falsa. Um nada... Uma futilidade sem valor. Abre a porta e sai para a rua com as mãos manchadas de sangue. Quem mais precisa dessa lâmina? Onde está a consciência do mundo? Quem mais deseja o inferno e o aço o tragara? Ele não sorri e nem chora! Não sente frio e nem calor. Se tornou um monstro tal qual ele mesmo se imaginará um dia. A noite segue em silêncio e uma sombra humana some na escuridão. Jack Macabro esta nas ruas. Talvez um dia você o veja. Talvez não. Mas de qualquer forma ele só persegue o pecado e a dor. Se você estiver no caminho certo é bem provável que ele nunca passará de história.
Apresentando Jack Macabro
Personagem de Jean Da Silva Viana - 2017
Trecho do livro: "Nascido da Escuridão"
A publicação ocorreu em alguns endereço para resguardar a criação do autor. O livro será publicado em papel em breve porém já existe copia do original em bibliotecas Brasileiras.
Ainda serão feitas correções necessárias. Muito Obrigado!
**********************************************************************************************************
"Na Sombra do Demônio"
(Um conto de Jack Pazzo)
Horas se passaram entre a noite fria e o primeiro clarão da madrugada, onde Jack pazzo se escondia.
Não havia sorriso em seu rosto e nenhum ar de alegria...
Era na noite que seu sentimento escondia.
Olhar parado e vazio... Olhar de morte... Espírito torturado...
Uma mente de alma desfigurada pelo tempo emoldurado.
Caminhou até o relevo da estrada segurando sua arma...
Ali com o raio do sol o metal reluzia.
No caminho todo meditara nesta guerra comprada.
Lutar contra o mal não era tarefa fácil... Para isso o ser humano não poderia ser normal.
De repente ouviu gritos em sua mente. Eram vozes do passado pronunciando uma frase persistente:
- Morre desgraçado, só assim nos fará contente! Morre Pazzo, caçador do mal... Some da terra e nos deixa dominar com julgo infernal!!
Personagem de Jean Da Silva Viana - 2017
Trecho do livro: "Nascido da Escuridão"
A publicação ocorreu em alguns endereço para resguardar a criação do autor. O livro será publicado em papel em breve porém já existe copia do original em bibliotecas Brasileiras.
Ainda serão feitas correções necessárias. Muito Obrigado!
**********************************************************************************************************
OS DUENDES DE TORBACK
Escrito por: Jean da Silva Viana
Cap. 01

Havia uma pequena aldeia ao norte da Inglaterra num local muito, muito afastado dos olhos dos homens que poucos poderiam afirmar ser real ou não a sua existência. Nela se diziam ter duendes e fadas livres como pássaros a vagar. Bob Finney, durante toda a sua vida ouvira falar dessa aldeia ou vila.
- Torback não é lugar para gente!
Afirmava seu pai, enquanto ajeitava seu chapéu com um jeito inquieto e furioso.
- Ninguém que se julgue Cristão deveria ir naquele lugar!
- São coisas do inferno!
- Duendes e Fadas? Que bobagem!
Assim se comentavam um e outro. Mas... Ninguém afirmava com tanta certeza que Torback era real como o velho John Tauman.
- Existe sim! Só não é lugar pra gente! Não mesmo, não é lugar pra gente não!
- Quando se entra na vila o gramado fica vivo e tenta pegar você! As árvores protegem o lugar e você perde na neblina! Nunca mais volta para o mundo!
Talvez fosse verdade. Mas como saber se não ver o lugar e as pessoas que habitavam lá? Pensou e pensou. Então Bob Finney resolveu ir lá ver. Mas como chegar a um lugar que você não sabe ao certo onde fica? Long Shinne era um vilarejo bem cuidado e já avançado para o seu tempo, mas muitas cabeças ainda navegavam no passado e nas supertição. Bob Finney pegou seu alforge de couro, preparou suas coisas e colocou na mula Caturra. Depois foi ao casebre de John Tauman.
- Senhor Talman! Senhor Tauman!
Chamou pelo ancião com a certeza de que alguma direção teria pelas suas palavras. Não demorou muito o Senhior Tauman aparecem com um jeito desconfiado seguido de um leve sorriso. Olhou a Mula de Bob toda paramentada e o rapaz arrumado sob a cela. Rodeou duas vezes os dois.
- Você acha que vai pra lá fazer o que?
Disse Tauman enquanto agachava perto da parede do casebre. Retirou um cigarro pronto do bolso de trás da sua calça e o acendeu. Sorriu. Parou. Deu um trago no cigarro. Liberou a fumaça com círculos no ar.
- Vocês jovens acham que tudo é do jeito de vocês! Não tem noção das coisas e querem passar correndo diante da vida pra chegar no final delas arrependido de tudo!
- Não é porque tem um lugar incrível que você nunca viu que você tem que correr pra lá pra ver! A vida é muito mais do que querer suprir suas curiosidades até com o que não é da sua conta! Te dou um conselho: Deixe eles em paz!
Bob ficou calado e não se moveu do lugar. Ainda esperava a resposta para a pergunta que nem fez. O senhor Tauman ficou calado e só admirava o cigarro e a fumaça que soltava calmamente. Parecia que o mundo se encerrava ali naquele momento. Mesmo assim sua curiosidade era muito grande e o seu desejo de ver a vila dos duendes maior ainda.
- Senhor Tauman, sou um profuindo admirador de aventuras e de coisas novas e impossíveis... Por favor... Se houver uma chance de que tal lugar existe eu gostaria de ver!
O senhor Tauman nada diz por um breve momento... Depois ergue o seu braço e aponta para o norte. Abaixa o braço e...
- Você sabe onde fica o velho moinho?
Bob responde com educação:
- Sei sim senhor! Depois das terras dos Mac Murray!
O Senhor Tauman sorri:
- Isso mesmo! A dois dias de cavalgada você vai encontrar um pântano! Atravessa o e verá uma enorme pedra que mais parece um sapo gigante adormecido! A entrada da floresta parece escura, muito escura... Então, se as árvores deixarem você conhecerá a vila de Torback! Cuidado! Não Toque no anjo de pedra!
Finney ficou satisfeito e... Radiante de alegria. Mais parecia uma criança com indo para um parque de diversões. Colocou pressa na rédea e a mula se pós a caminho. Passou as pressas pela casa da sua avó Ana Carolina e logo ganhou terreno. Assim o fez tal qual fora instruído. A noite caiu logo e o cansaço dominava os viajantes. Dormiram a sono solto; Bob e a mula.
Na manhã seguinte, não tão cedo é claro, prosseguiram viajem. Mal havia começado a viajar ele viu na beira do caminho um senhor baixinho sentado numa pedra a entalhar uma flauta de madeira, Parecia um anãozinho com roupas engraçadas e cheias de cor. Finney parou com a mula perto dele. Rodeou a pedra a mirar as roupas e o jeito daquela figurinha estranha.
- Ora, Ora! Oque temos aqui? Quem é você Criaturinha?
O homem pequeno nada respondeu. Sua atenção estava toda voltada aos detalhes que colocava na flauta de madeira.
- Te fiz uma pergunta Anãozinho! Não vai me responder? Sabe onde fica Torback?
O nãozinho parou por alguns segundos... Depois continuou a fazer o que estava fazendo. Não tendo nenhuma resposta Bob Finney continuou a tocar a mula pra frente. Daí ouviu um assobio agudo. Olhou pra trás e viu o homenzinho em cima da pedra acenando pra ele. Quando pensou em voltar só ouviu o anão gritando:
- Volta pra sua casa Finney! Volta pra casa Bob!
Depois o homenzinho saltou para o chão e saiu correndo até sumir por entre a vegetação. Não havia como voltar pois nem anão havia mais. Um fato realmente estranho visto que Bob nunca havia vindo por estas bandas. Deixando para lá continuou a viajem.
Assim como o senhor Tauman havia falado aconteceu. Bob Finney chegou a um Pântano bem estranho em cuja a superfície da água e da lama bolhas se formavam entre um espaço e outro. A floresta do outro lado tinha galhos escuros e folhas secas logo na margem. Ao longe podia se ver uma enorme pedra que mais parecia um sapo. Daí ele escutou:
- Vai embora Finney!! Rsrsrsrsrs
Seu sangue gelou, pois não esperava ver ou ouvir alguém por ali. Mesmo assim começou a atravessar o pântano. Haviam pedaços de madeira e alguns até pareciam ossos humanos sob a superfície do pântano. A mula tremia nas pernas e passava com dificuldade na lama. Os gases faziam bolhas e tornavam o cheiro insuportável. (Continua)
Escrito por: Jean S. Viana - 12 de Agosto de 2017
*************************************************************************************************
************************************************************************************************************
Escrito por: Jean da Silva Viana
Cap. 01

Havia uma pequena aldeia ao norte da Inglaterra num local muito, muito afastado dos olhos dos homens que poucos poderiam afirmar ser real ou não a sua existência. Nela se diziam ter duendes e fadas livres como pássaros a vagar. Bob Finney, durante toda a sua vida ouvira falar dessa aldeia ou vila.
- Torback não é lugar para gente!
Afirmava seu pai, enquanto ajeitava seu chapéu com um jeito inquieto e furioso.
- Ninguém que se julgue Cristão deveria ir naquele lugar!
- São coisas do inferno!
- Duendes e Fadas? Que bobagem!
Assim se comentavam um e outro. Mas... Ninguém afirmava com tanta certeza que Torback era real como o velho John Tauman.
- Existe sim! Só não é lugar pra gente! Não mesmo, não é lugar pra gente não!
- Quando se entra na vila o gramado fica vivo e tenta pegar você! As árvores protegem o lugar e você perde na neblina! Nunca mais volta para o mundo!
Talvez fosse verdade. Mas como saber se não ver o lugar e as pessoas que habitavam lá? Pensou e pensou. Então Bob Finney resolveu ir lá ver. Mas como chegar a um lugar que você não sabe ao certo onde fica? Long Shinne era um vilarejo bem cuidado e já avançado para o seu tempo, mas muitas cabeças ainda navegavam no passado e nas supertição. Bob Finney pegou seu alforge de couro, preparou suas coisas e colocou na mula Caturra. Depois foi ao casebre de John Tauman.
- Senhor Talman! Senhor Tauman!
Chamou pelo ancião com a certeza de que alguma direção teria pelas suas palavras. Não demorou muito o Senhior Tauman aparecem com um jeito desconfiado seguido de um leve sorriso. Olhou a Mula de Bob toda paramentada e o rapaz arrumado sob a cela. Rodeou duas vezes os dois.
- Você acha que vai pra lá fazer o que?
Disse Tauman enquanto agachava perto da parede do casebre. Retirou um cigarro pronto do bolso de trás da sua calça e o acendeu. Sorriu. Parou. Deu um trago no cigarro. Liberou a fumaça com círculos no ar.
- Vocês jovens acham que tudo é do jeito de vocês! Não tem noção das coisas e querem passar correndo diante da vida pra chegar no final delas arrependido de tudo!
- Não é porque tem um lugar incrível que você nunca viu que você tem que correr pra lá pra ver! A vida é muito mais do que querer suprir suas curiosidades até com o que não é da sua conta! Te dou um conselho: Deixe eles em paz!
Bob ficou calado e não se moveu do lugar. Ainda esperava a resposta para a pergunta que nem fez. O senhor Tauman ficou calado e só admirava o cigarro e a fumaça que soltava calmamente. Parecia que o mundo se encerrava ali naquele momento. Mesmo assim sua curiosidade era muito grande e o seu desejo de ver a vila dos duendes maior ainda.
- Senhor Tauman, sou um profuindo admirador de aventuras e de coisas novas e impossíveis... Por favor... Se houver uma chance de que tal lugar existe eu gostaria de ver!
O senhor Tauman nada diz por um breve momento... Depois ergue o seu braço e aponta para o norte. Abaixa o braço e...
- Você sabe onde fica o velho moinho?
Bob responde com educação:
- Sei sim senhor! Depois das terras dos Mac Murray!
O Senhor Tauman sorri:
- Isso mesmo! A dois dias de cavalgada você vai encontrar um pântano! Atravessa o e verá uma enorme pedra que mais parece um sapo gigante adormecido! A entrada da floresta parece escura, muito escura... Então, se as árvores deixarem você conhecerá a vila de Torback! Cuidado! Não Toque no anjo de pedra!
Finney ficou satisfeito e... Radiante de alegria. Mais parecia uma criança com indo para um parque de diversões. Colocou pressa na rédea e a mula se pós a caminho. Passou as pressas pela casa da sua avó Ana Carolina e logo ganhou terreno. Assim o fez tal qual fora instruído. A noite caiu logo e o cansaço dominava os viajantes. Dormiram a sono solto; Bob e a mula.
Na manhã seguinte, não tão cedo é claro, prosseguiram viajem. Mal havia começado a viajar ele viu na beira do caminho um senhor baixinho sentado numa pedra a entalhar uma flauta de madeira, Parecia um anãozinho com roupas engraçadas e cheias de cor. Finney parou com a mula perto dele. Rodeou a pedra a mirar as roupas e o jeito daquela figurinha estranha.
- Ora, Ora! Oque temos aqui? Quem é você Criaturinha?
O homem pequeno nada respondeu. Sua atenção estava toda voltada aos detalhes que colocava na flauta de madeira.
- Te fiz uma pergunta Anãozinho! Não vai me responder? Sabe onde fica Torback?
O nãozinho parou por alguns segundos... Depois continuou a fazer o que estava fazendo. Não tendo nenhuma resposta Bob Finney continuou a tocar a mula pra frente. Daí ouviu um assobio agudo. Olhou pra trás e viu o homenzinho em cima da pedra acenando pra ele. Quando pensou em voltar só ouviu o anão gritando:
- Volta pra sua casa Finney! Volta pra casa Bob!
Depois o homenzinho saltou para o chão e saiu correndo até sumir por entre a vegetação. Não havia como voltar pois nem anão havia mais. Um fato realmente estranho visto que Bob nunca havia vindo por estas bandas. Deixando para lá continuou a viajem.
Assim como o senhor Tauman havia falado aconteceu. Bob Finney chegou a um Pântano bem estranho em cuja a superfície da água e da lama bolhas se formavam entre um espaço e outro. A floresta do outro lado tinha galhos escuros e folhas secas logo na margem. Ao longe podia se ver uma enorme pedra que mais parecia um sapo. Daí ele escutou:
- Vai embora Finney!! Rsrsrsrsrs
Seu sangue gelou, pois não esperava ver ou ouvir alguém por ali. Mesmo assim começou a atravessar o pântano. Haviam pedaços de madeira e alguns até pareciam ossos humanos sob a superfície do pântano. A mula tremia nas pernas e passava com dificuldade na lama. Os gases faziam bolhas e tornavam o cheiro insuportável. (Continua)
Escrito por: Jean S. Viana - 12 de Agosto de 2017
*************************************************************************************************
Apresentando o Personagem de Jean Da Silva Viana:
JACK PAZZO - A ESCURIDÃO DA NOITE
"Retorno Maldito"
(Um conto de Jack Pazzo)
As horas passavam na sombra maldita de um monumento quebrado: Um soldado com um fuzil posto de lado. Uma brecha aberta no chão e uma rude canção. Entoada em tom triste com muita certeza de cada palavra:
"Adormecido estas nestas horas de solidão... Mata um, mata tudo e vem como ladrão.
Derruba as horas e destrói o tempo sem tempo pra terminar...
Fera do inferno que nenhum demônio ousa chamar.
Escolhe sua vitima preferida...
Qualquer coisa que tenha vida.
Suga o sangue e vai cortando e fazendo feridas.
Pesa como uma bigorna na cabeça do inocente...
Que tristeza é essa se no inferno só tem penitente?
Toca o sino feito em brasa...
Mais um humano vai pra fornalha.
Pequenina criatura sem sombra na escuridão...
Persegue e mata qualquer cidadão."
A lua se erguia pálida e tristonha com sombras de nuvens a sua frente. Pequenos animais corriam assustados diante da visão aterradora de uma enorme criatura caminhando na noite.
Lá perto do monumento o velho cantava triste aquela maldição. Mas não se engane, era tudo que ele queria: Ofender o mundo com todo mal do seu coração.
Algumas vezes nos ofendemos com as pessoas por coisas bem bobas, mas não era isso que o incomodava.
A muito tempo fizera parte do mundo e da sua louca correria.
Sofrerá muito, no entanto nada justificava o que se tornara.
Havia amargura em seu coração e um desejo profundo de vingança. Porém era geral sua intolerância.
Não havia um só alvo para o seu ódio e sim para qualquer criatura que se mexia.
Apanhou a vasilha de porcelana negra que trazia em seu interior uma mistura de raízes e sangue animal e bebeu.
Sorveu o liquido com calma como se ali estivesse o mais delicioso vinho. Parou por breve momento... Dos seus lábios o sangue escorria. Sua cor vermelha se misturava ao pequenos restinhos de folhas e cascas.
Seu olhar se perdeu no horizonte e depois na pequena vasilha.
Continuou seu cântico macabro... Agachou perto da fenda no solo:
"Vem criatura e me mostra sua figura.
Ser maldito sem comparação...
Passa nesta fenda e..."
JACK PAZZO - A ESCURIDÃO DA NOITE
"Retorno Maldito"
(Um conto de Jack Pazzo)
As horas passavam na sombra maldita de um monumento quebrado: Um soldado com um fuzil posto de lado. Uma brecha aberta no chão e uma rude canção. Entoada em tom triste com muita certeza de cada palavra:
"Adormecido estas nestas horas de solidão... Mata um, mata tudo e vem como ladrão.
Derruba as horas e destrói o tempo sem tempo pra terminar...
Fera do inferno que nenhum demônio ousa chamar.
Escolhe sua vitima preferida...
Qualquer coisa que tenha vida.
Suga o sangue e vai cortando e fazendo feridas.
Pesa como uma bigorna na cabeça do inocente...
Que tristeza é essa se no inferno só tem penitente?
Toca o sino feito em brasa...
Mais um humano vai pra fornalha.
Pequenina criatura sem sombra na escuridão...
Persegue e mata qualquer cidadão."
A lua se erguia pálida e tristonha com sombras de nuvens a sua frente. Pequenos animais corriam assustados diante da visão aterradora de uma enorme criatura caminhando na noite.
Lá perto do monumento o velho cantava triste aquela maldição. Mas não se engane, era tudo que ele queria: Ofender o mundo com todo mal do seu coração.
Algumas vezes nos ofendemos com as pessoas por coisas bem bobas, mas não era isso que o incomodava.
A muito tempo fizera parte do mundo e da sua louca correria.
Sofrerá muito, no entanto nada justificava o que se tornara.
Havia amargura em seu coração e um desejo profundo de vingança. Porém era geral sua intolerância.
Não havia um só alvo para o seu ódio e sim para qualquer criatura que se mexia.
Apanhou a vasilha de porcelana negra que trazia em seu interior uma mistura de raízes e sangue animal e bebeu.
Sorveu o liquido com calma como se ali estivesse o mais delicioso vinho. Parou por breve momento... Dos seus lábios o sangue escorria. Sua cor vermelha se misturava ao pequenos restinhos de folhas e cascas.
Seu olhar se perdeu no horizonte e depois na pequena vasilha.
Continuou seu cântico macabro... Agachou perto da fenda no solo:
"Vem criatura e me mostra sua figura.
Ser maldito sem comparação...
Passa nesta fenda e..."
- Pare com isso seu louco maldito!!! Que loucura sem tamanho!!!
Saia de perto dessa fenda!!! Se afaste ou atiro em você!!!
Saia de perto dessa fenda!!! Se afaste ou atiro em você!!!
A sua frete estava Robert Mac Namara, fazendeiro e dono daquelas terras. !5 homens com ele, todos membros de uma congregação e donos de terras.
O espaço de terra que existiam entre eles e o local profano estava guardado por 7 cães negros de olhar assassino. Ao ver os homens eles avançaram com ferocidade cruel.
Macnamara disparou sua arma e um dos cães foi para o chão...
Mas lamentavelmente foi surpreendido por outro cão que furiosamente abacanhou sua garganta fazendo seu sangue jorrar.
Os demais tentavam manter os cães afastados enquanto socorriam Mac Namara.
O arvoredo plantado ao redor do local com seus espinho pontiagudos assim como eram dificeis de serem transpostos se tornaram tambem sua salva guarda,
Os cães não conseguia entrar no emaranhado jardim de espinhos e rodeavam aqueles homens como se tivessem sede de sangue.
Wilsom Bredford disparava feito louco e os demais distribuiam coranhada nos cães que chegavam mais perto.
O espaço de terra que existiam entre eles e o local profano estava guardado por 7 cães negros de olhar assassino. Ao ver os homens eles avançaram com ferocidade cruel.
Macnamara disparou sua arma e um dos cães foi para o chão...
Mas lamentavelmente foi surpreendido por outro cão que furiosamente abacanhou sua garganta fazendo seu sangue jorrar.
Os demais tentavam manter os cães afastados enquanto socorriam Mac Namara.
O arvoredo plantado ao redor do local com seus espinho pontiagudos assim como eram dificeis de serem transpostos se tornaram tambem sua salva guarda,
Os cães não conseguia entrar no emaranhado jardim de espinhos e rodeavam aqueles homens como se tivessem sede de sangue.
Wilsom Bredford disparava feito louco e os demais distribuiam coranhada nos cães que chegavam mais perto.
- idiotas! Acham se santos diante do pecado do mundo e puros mesmo com o sangue de inocentes em suas mãos! Quando eu terminar meu cantico de morte, Arghorbrak saira das profundezas eos devorarão assim como aos seus filhos!
Sorria maldosamente o ancião e ignorando a presença deles voltava se ao obscuro portal de pedra na forma de uma fenda no solo. a sua volta haviam inscrições bem antigas. tão antigas quanto o próprio mundo.
Seu olhar se perdia na escuridão aterradora de uma passado e os devaneios malignos de vingança.
Logo uma estranha nevoa cinzenta apareceu ciomo se brotasse do solo umido do terreno.
Alguns se horizaram gritando:
- Esse maldito esta trazendo o inferno para este lugar! Louco!
- Temos que dete lo!!
Seu olhar se perdia na escuridão aterradora de uma passado e os devaneios malignos de vingança.
Logo uma estranha nevoa cinzenta apareceu ciomo se brotasse do solo umido do terreno.
Alguns se horizaram gritando:
- Esse maldito esta trazendo o inferno para este lugar! Louco!
- Temos que dete lo!!
Porém o ancião não parava de cantar o ritual macabro. Logo um odor insuportável se apoderara do lugar.
O céu parecia se revoltar contra aquela profana canção.
Um urro bestial se fez ouvir no interior da fenda.
Os homens que ali estavam estremeceram e o sangue parecia gelar nas suas veias. Garras pontiagudas se ergueram da escuridão mais profunda e sentiram o ar com as pontas dos dedos como se ele fosse tangível.
Assustados, os cães negros se dispersaram na noite, se embrenhando na floresta... Ganindo apavorados.
A criatura saiu do seu calabouço infernal lentamente, pois tinha todo o tempo do mundo.
O céu parecia se revoltar contra aquela profana canção.
Um urro bestial se fez ouvir no interior da fenda.
Os homens que ali estavam estremeceram e o sangue parecia gelar nas suas veias. Garras pontiagudas se ergueram da escuridão mais profunda e sentiram o ar com as pontas dos dedos como se ele fosse tangível.
Assustados, os cães negros se dispersaram na noite, se embrenhando na floresta... Ganindo apavorados.
A criatura saiu do seu calabouço infernal lentamente, pois tinha todo o tempo do mundo.
"Todo o Tempo do Mundo"...
Interlúdio:
A pequena vila de Shinework queimava como um verdadeiro inferno de chamas...
Sir Crammer Rock Tombara com seu exercito ao enfrentar naquela noite uma horda demoniaca liderada pelo mestre da sombra Tulamor. Haviam corpos espalhados pelo chão e por toda parte o sangue campones ou militar tingira o solo.
Ao largo da vila Tulamor e seu demonio devoravam carne humana.
No meio do acampamento Sir Crammer Rock se encontrava acorrentado a um pilar de pedra e ao seus pés centenas de cabeças jogadas; Eram seus soldados mortos em batalha.
Interlúdio:
A pequena vila de Shinework queimava como um verdadeiro inferno de chamas...
Sir Crammer Rock Tombara com seu exercito ao enfrentar naquela noite uma horda demoniaca liderada pelo mestre da sombra Tulamor. Haviam corpos espalhados pelo chão e por toda parte o sangue campones ou militar tingira o solo.
Ao largo da vila Tulamor e seu demonio devoravam carne humana.
No meio do acampamento Sir Crammer Rock se encontrava acorrentado a um pilar de pedra e ao seus pés centenas de cabeças jogadas; Eram seus soldados mortos em batalha.
- Maldito monstro! Maldito! Mil vezes maldito! Suas hordas ainda conheceram a derrota em um campo sagrado! Uma espada Nobre atravessará seu peito!
Gritava irritado o cavaleiro Nobre. O demonio no entanto apenas gargalhava ignorando o troféu de guerra. Depois se levantou do tapete de pele humana que ainda sangrava e caminhou até o prisioneiro.
- Você morrera quando o primeiro raio de sol atingir a terra! Sua cabeça será colocada na fenda de ghort gaumak para que não haja mais como nos enviar de volta! Veja o nosso trunfo! Não podemos perde lo!
Gritava irritado o cavaleiro Nobre. O demonio no entanto apenas gargalhava ignorando o troféu de guerra. Depois se levantou do tapete de pele humana que ainda sangrava e caminhou até o prisioneiro.
- Você morrera quando o primeiro raio de sol atingir a terra! Sua cabeça será colocada na fenda de ghort gaumak para que não haja mais como nos enviar de volta! Veja o nosso trunfo! Não podemos perde lo!
Na direção em que Tulamor apontara havia uma enorme criatura sentada com a cabeça baixa e o rosto escondido. Do seu corpo exalava um odor repugnante. Seu chifres parecia enormes galhos de arvore e suas presas eram maiores que a sua mandibula. Garras enorme saltavam do seu pulso, como enormes navalhas afiadas.
Sir Crammer Rock reconheceu a criatura... Durante a batalha ela se colocara a frente da horda e não houve soldado que o conseguisse parar. Era praticamente invénsivel. Com um único golpe ele arrancava a cabeça dos soldados.
Tulamor sorriu com um ar de vitória consumada.
Não durou muito tempo... Uma saraivada de flechas invadiu o acampamento alvejando uma grande quantidade de demônios.
As flechas riscavam o ar com um brilho reluzente nas pontas.
- Flechas com ponta de prata! Estão embebidas em água santa!
Os nossos estão caindo!
Sir Crammer Rock reconheceu a criatura... Durante a batalha ela se colocara a frente da horda e não houve soldado que o conseguisse parar. Era praticamente invénsivel. Com um único golpe ele arrancava a cabeça dos soldados.
Tulamor sorriu com um ar de vitória consumada.
Não durou muito tempo... Uma saraivada de flechas invadiu o acampamento alvejando uma grande quantidade de demônios.
As flechas riscavam o ar com um brilho reluzente nas pontas.
- Flechas com ponta de prata! Estão embebidas em água santa!
Os nossos estão caindo!
Um enorme alvoroço tomou conta do acampamento. Um tropéu de cavalos e gritos de guerra se fizeram ouvir no limiar de uma nova batalha. Centenas de cavaleiros entraram no acampamento com enorme fúria, rompendo com destreza e agilidade as fileiras demoníacas.
Cabeças rolavam quando a lâmina impiedosa de um Cavaleiro atingia de um demônio.
Cabeças rolavam quando a lâmina impiedosa de um Cavaleiro atingia de um demônio.
- A luta! A luta! Erga se o brado e a luz nos guie... Levanta a tua mão e arranca da sombra o medo que tens no peito!
Lutai neste campo com verdadeira fé e nenhum mal nos vencerá! Lutai guerreiro!!!
na frente da batalha 12 cavaleiros ostentando brasão de honra... Um dele brandia a espada com força a decepar a cabeça do inimigo... Era Jack William Pazzo... E muitos soldados seguiam consigo.
Lutai neste campo com verdadeira fé e nenhum mal nos vencerá! Lutai guerreiro!!!
na frente da batalha 12 cavaleiros ostentando brasão de honra... Um dele brandia a espada com força a decepar a cabeça do inimigo... Era Jack William Pazzo... E muitos soldados seguiam consigo.
A horda se desestruturava e em temor corriam alucinados... Tantos com coragem os enfrentavam. Havia sangue no ar como chuva que precipitava naquele momento levando aos demonios muito tormento.
- Arghorbrak!!
Gritou Tulamor quase tombando ante a lâmina de um cavaleiro.
Sir Baldwin Thanner com força e coragem o derrotara. Arghorbrak se levantou e avançou sobre A bandeira mais próxima e rasgou com um só golpe, dilacerando também quem a carregava.
Sentiu o ar com sua narinas fetidas e mirou o Cavaleiro que montado estava em um cavalo negro de dorso branco.
Saltou no meio da batalha ao que uma flecha o deteve com tiro certeiro.... Era Jack William Pazzo, apenas mais um cavaleiro.
Gritou Tulamor quase tombando ante a lâmina de um cavaleiro.
Sir Baldwin Thanner com força e coragem o derrotara. Arghorbrak se levantou e avançou sobre A bandeira mais próxima e rasgou com um só golpe, dilacerando também quem a carregava.
Sentiu o ar com sua narinas fetidas e mirou o Cavaleiro que montado estava em um cavalo negro de dorso branco.
Saltou no meio da batalha ao que uma flecha o deteve com tiro certeiro.... Era Jack William Pazzo, apenas mais um cavaleiro.
- Voltarás para o inferno ou outro abismo de onde saiu!! Não tenho medo de homem ou fera, pois sei que a morte em algum campo de batalha me espera! Avança em luta justa e terei piedade e mata lo ei sem dor... Mais do que você teve pela humanidade!
A criatura se encheu de ódio ao ouvir aquelas palavras. Quem era esse que tanta confiança tinha? Com toda certeza a fera acreditava que a ele derrubaria. Bufou e aspirou o ar com grande força e avançou com velocidade imensa contra o cavaleiro.
Jack William Pazzo ajeitou se sobre a sela e preparou o golpe de espada. A criatura se precipitou sobre ele furiosa ao que se desviou urrando de dor. Um corte perfeito lhe riscara o peito.
Jack William Pazzo ajeitou se sobre a sela e preparou o golpe de espada. A criatura se precipitou sobre ele furiosa ao que se desviou urrando de dor. Um corte perfeito lhe riscara o peito.
- Como pode ser isso?? Sou invensivel e nenhum aço pode me ferir!! Que mágia é essa???
Injuriada a criatura se contestava em tom rouco de voz.
Injuriada a criatura se contestava em tom rouco de voz.
- Não se detenha de nenhuma maneira Fera! Avança sem temor pois nesta noite os portões do inferno você vai transpor! Minha espada foi ungida numa fonte sagrada e forjada por um monge e trança de sete virgens foram para amarrar a coronha! Consagrada foi no palácio das luzes e juramentada para combater o mal!!
A criatura mira o simbolo no escudo... Um falcão de Asas abertas no centro e ao seu redor um Lobo, um Tigre e um Leão... Também haviam lá um Anjo, a Tempestade e a Escuridão.
Em processo - Continua na próxima edição.
Criado e Escrito por: Jean Da Silva Viana
Criado e Escrito por: Jean Da Silva Viana
Apresentando o Personagem de Jean S. Viana
JACK PAZZO - A ESCURIDÃO DA NOITE
JACK PAZZO - A ESCURIDÃO DA NOITE
"Na Sombra do Demônio"(Um conto de Jack Pazzo)
Horas se passaram entre a noite fria e o primeiro clarão da madrugada, onde Jack pazzo se escondia.
Não havia sorriso em seu rosto e nenhum ar de alegria...
Era na noite que seu sentimento escondia.
Olhar parado e vazio... Olhar de morte... Espírito torturado...
Uma mente de alma desfigurada pelo tempo emoldurado.
Caminhou até o relevo da estrada segurando sua arma...
Ali com o raio do sol o metal reluzia.
No caminho todo meditara nesta guerra comprada.
Lutar contra o mal não era tarefa fácil... Para isso o ser humano não poderia ser normal.
De repente ouviu gritos em sua mente. Eram vozes do passado pronunciando uma frase persistente:
- Morre desgraçado, só assim nos fará contente! Morre Pazzo, caçador do mal... Some da terra e nos deixa dominar com julgo infernal!!
Lá nos cantos mais sombrios da memória...
Querendo ou não guardamos fatos ocorridos na nossa história.
O conceito de honra de um cavaleiro que vagava na sua luta, viajando sem paradeiro.
A sombra que sobre o mundo desabara...
Como se o inferno se abrisse e por suas portas mil demônios passara.
Defendiam com gloriosa força os ideais de uma nação...
Matava sem piedade criaturas sobrenaturais sem hesitação.
Volta e meia a um escapava...
Mas podia passar o tempo que fosse... Jack Lembrava.
Querendo ou não guardamos fatos ocorridos na nossa história.
O conceito de honra de um cavaleiro que vagava na sua luta, viajando sem paradeiro.
A sombra que sobre o mundo desabara...
Como se o inferno se abrisse e por suas portas mil demônios passara.
Defendiam com gloriosa força os ideais de uma nação...
Matava sem piedade criaturas sobrenaturais sem hesitação.
Volta e meia a um escapava...
Mas podia passar o tempo que fosse... Jack Lembrava.
O passado as vezes vem a mente como tortura...
Só quem tem coragem e dignidade mantém sua postura.
Mas o estranho e maldito engano e acreditar que tudo realmente fica esquecido neste mundo profano.
Jack sorriu levemente ao perceber que tanto fez sem ninguém ver...
Existiu na mente e na vida como névoa que passa e se vai sem ninguém saber.
Talvez só como imagem e retrato de alguém que ao mundo enfrenta com coragem... Isso é um fato.
Mas sua história verdadeira, com certeza duvidasse, que algum ser humano tivesse conhecimento real... De alguma maneira.
Seguia pálido e taciturno...
Ele, mesmo humano, mais parecia um animal noturno.
Fitou o brilho da arma e a ponta do punhal...
Rangeu os dentes como um animal...
Ele sentia ali a presença do mal.
Colocou bem próximo seu punhal e adentrou sem medo o milharal.
Havia um aroma adocicado que se sentia no ar...
Na sua direção se pôs a andar.
Ouviu rosnados de uma fera...
Com certeza estavam a sua espera.
Pensou e pensou naquela emboscada, mas sua caça teve cautela e provavelmente estava parada.
- Armadilha!!
Pensou ele com ideia feita... Nunca me enganam, pois já sei que a fera me espreita.
Pensou na menina raptada... Por uma fera fora encantada.
Verificou a arma com toda calma...
Hoje não levarão sua alma.
De repente o ar ficou pesado...
Era a sensação de que a morte passara ao lado.
Só quem tem coragem e dignidade mantém sua postura.
Mas o estranho e maldito engano e acreditar que tudo realmente fica esquecido neste mundo profano.
Jack sorriu levemente ao perceber que tanto fez sem ninguém ver...
Existiu na mente e na vida como névoa que passa e se vai sem ninguém saber.
Talvez só como imagem e retrato de alguém que ao mundo enfrenta com coragem... Isso é um fato.
Mas sua história verdadeira, com certeza duvidasse, que algum ser humano tivesse conhecimento real... De alguma maneira.
Seguia pálido e taciturno...
Ele, mesmo humano, mais parecia um animal noturno.
Fitou o brilho da arma e a ponta do punhal...
Rangeu os dentes como um animal...
Ele sentia ali a presença do mal.
Colocou bem próximo seu punhal e adentrou sem medo o milharal.
Havia um aroma adocicado que se sentia no ar...
Na sua direção se pôs a andar.
Ouviu rosnados de uma fera...
Com certeza estavam a sua espera.
Pensou e pensou naquela emboscada, mas sua caça teve cautela e provavelmente estava parada.
- Armadilha!!
Pensou ele com ideia feita... Nunca me enganam, pois já sei que a fera me espreita.
Pensou na menina raptada... Por uma fera fora encantada.
Verificou a arma com toda calma...
Hoje não levarão sua alma.
De repente o ar ficou pesado...
Era a sensação de que a morte passara ao lado.
- Haaaaaaaaaaaaaaaaaa...
Um grito rompeu o silêncio da madrugada... Era Anna Belle a menina que por um ser maldito havia sido levada.
Jack voltou se na direção de onde a ouviu... Junto com palavras de uma maldição... Um ritual maldito ali se entoava como uma canção.
Avançou sem medo nenhum que o incomodasse... não havia barreira ou pensamento que o parasse.
Ali via com clareza que nenhuma fera o esperava com esperteza.
Armou-se da certeza que nesta luta venceria com destreza.
Chegou a uma clareira... Onde crepitava uma fraca fogueira.
Ao lado ruínas de uma antiga igreja... Contra o sol 7 demônios tomando cerveja.
Gargalhavam e rodeavam aquela fogueira dançado de qualquer maneira.
Animais profanos... Eram rudes, desfigurados...
totalmente inumanos...
Jack desviu o olhar para um relevo do terreno onde se erguia uma rocha escura...
Ali, deitada sobre ela, estava a menina amarrada...E ao lado com um punhal de sacrifício uma horrenda criatura.
Seus olhos estavam cheios de ódio e suas presas cheias de ferocidade...
Um demônio descarnado que debochava da humanidade.
Se mexia como um dançarino louco a pronunciar maldições com um tom rouco.
Voz cheia de rouquidão medonha, sinistra e sombria...
Dava arrepio até quando ele sorria.
Jack Pazzo se armou novamente a caminhar na direção daquela serpente.
Trazia numa das mãos um punhal de prata muito bem cuidado... E na outra um revolver cromado.
Assim que a criatura o viu, soltou um urro bestial...
salivava e se torturava pela visão do seu inimigo mais antigo...
- Você?? Morre desgraçado, só assim nos fará contente! Morre Pazzo, caçador do mal... Some da terra e nos deixa dominar com julgo infernal!!
Um grito rompeu o silêncio da madrugada... Era Anna Belle a menina que por um ser maldito havia sido levada.
Jack voltou se na direção de onde a ouviu... Junto com palavras de uma maldição... Um ritual maldito ali se entoava como uma canção.
Avançou sem medo nenhum que o incomodasse... não havia barreira ou pensamento que o parasse.
Ali via com clareza que nenhuma fera o esperava com esperteza.
Armou-se da certeza que nesta luta venceria com destreza.
Chegou a uma clareira... Onde crepitava uma fraca fogueira.
Ao lado ruínas de uma antiga igreja... Contra o sol 7 demônios tomando cerveja.
Gargalhavam e rodeavam aquela fogueira dançado de qualquer maneira.
Animais profanos... Eram rudes, desfigurados...
totalmente inumanos...
Jack desviu o olhar para um relevo do terreno onde se erguia uma rocha escura...
Ali, deitada sobre ela, estava a menina amarrada...E ao lado com um punhal de sacrifício uma horrenda criatura.
Seus olhos estavam cheios de ódio e suas presas cheias de ferocidade...
Um demônio descarnado que debochava da humanidade.
Se mexia como um dançarino louco a pronunciar maldições com um tom rouco.
Voz cheia de rouquidão medonha, sinistra e sombria...
Dava arrepio até quando ele sorria.
Jack Pazzo se armou novamente a caminhar na direção daquela serpente.
Trazia numa das mãos um punhal de prata muito bem cuidado... E na outra um revolver cromado.
Assim que a criatura o viu, soltou um urro bestial...
salivava e se torturava pela visão do seu inimigo mais antigo...
- Você?? Morre desgraçado, só assim nos fará contente! Morre Pazzo, caçador do mal... Some da terra e nos deixa dominar com julgo infernal!!
Jack pazzo levantou o braço com a arma apontada...
Aquela fera estava condenada.
A muito ele a caçava. Mesmo sendo tempo passado, ao qual você nem imagina... Era uma época que até hoje me fascina.
Naqueles tempos eram cavalos, espadas e os cavaleiros seguiam cada qual a sua sina.
Num templo fora juramentado um nobre cavaleiro, após ter um demônio imolado.
Se tornara caçador de demônios e mortos que pela terra andam...
Fazendo dessa cruzada uma eterna caminhada.
Quantas vezes enfrentou criaturas malignas das quais ele já perdeu a conta...
A um matou com Punhal e outro conheceu da sua espada a ponta.
Agora este ser do inferno a Jack Pazzo teria que enfrentar... e pro maldito inferno voltar.
A fera reagiu num saltando no ar... porem num clarão a arma Jack faz disparar.
Num grito abafado... Com um rombo no peito o demônio cai no chão e lá fica, imóvel deitado.
Parece engano, mas foi muito bem feito.
Não há sangue, só um liquido negro saindo do peito.
No altar improvisado na rocha a garota chorava com cortes pequenos... Tão rápido quanto caiu a fera já estava fedendo.
As outras três estremeceram e Jack viu diante dele que seus olhares emudeceram.
Viram na ponta do punhal de prata uma lembrança passada
da corte do cavaleiro uma promessa dada.
Estava ali escrito com letra bonita no cabo da arma
"Devoto esta luta com todo fervor as almas perdidas,
minha luta será eterna contra a escuridão e as feras malditas."
O cabo entalhado trazia gravado a imagem de um Dragão...
palavras e um pequeno brasão.
Com os olhos vermelhos uma das feras chorava
se vivia ou morria isso já não importava.
Pediu solitária com consciência da sua falta:
- Jack pazzo, eu sei que é o seu nome de batismo...
Eu vejo tua presença com muito otimismo! Te peço com clemência... Não repara na minha aparência... Me ajoelho e te rogo com calma... Por favor liberta minha alma!!!! Te digo que apesar de ser hoje um monstro insano, um dia fui um simples ser humano! Mas quando as sombras vieram sombre a terra... Fui amaldiçoado por uma fera!! Liberta minha alma, eu te peço!!
Aquela fera estava condenada.
A muito ele a caçava. Mesmo sendo tempo passado, ao qual você nem imagina... Era uma época que até hoje me fascina.
Naqueles tempos eram cavalos, espadas e os cavaleiros seguiam cada qual a sua sina.
Num templo fora juramentado um nobre cavaleiro, após ter um demônio imolado.
Se tornara caçador de demônios e mortos que pela terra andam...
Fazendo dessa cruzada uma eterna caminhada.
Quantas vezes enfrentou criaturas malignas das quais ele já perdeu a conta...
A um matou com Punhal e outro conheceu da sua espada a ponta.
Agora este ser do inferno a Jack Pazzo teria que enfrentar... e pro maldito inferno voltar.
A fera reagiu num saltando no ar... porem num clarão a arma Jack faz disparar.
Num grito abafado... Com um rombo no peito o demônio cai no chão e lá fica, imóvel deitado.
Parece engano, mas foi muito bem feito.
Não há sangue, só um liquido negro saindo do peito.
No altar improvisado na rocha a garota chorava com cortes pequenos... Tão rápido quanto caiu a fera já estava fedendo.
As outras três estremeceram e Jack viu diante dele que seus olhares emudeceram.
Viram na ponta do punhal de prata uma lembrança passada
da corte do cavaleiro uma promessa dada.
Estava ali escrito com letra bonita no cabo da arma
"Devoto esta luta com todo fervor as almas perdidas,
minha luta será eterna contra a escuridão e as feras malditas."
O cabo entalhado trazia gravado a imagem de um Dragão...
palavras e um pequeno brasão.
Com os olhos vermelhos uma das feras chorava
se vivia ou morria isso já não importava.
Pediu solitária com consciência da sua falta:
- Jack pazzo, eu sei que é o seu nome de batismo...
Eu vejo tua presença com muito otimismo! Te peço com clemência... Não repara na minha aparência... Me ajoelho e te rogo com calma... Por favor liberta minha alma!!!! Te digo que apesar de ser hoje um monstro insano, um dia fui um simples ser humano! Mas quando as sombras vieram sombre a terra... Fui amaldiçoado por uma fera!! Liberta minha alma, eu te peço!!
Jack lançou seu punhal certeiro e o grito da fera se ouviu por todo terreiro. As outras se olharam e não entenderam.
Que coisa era aquela? Aquele humano mesmo punindo, não deixava de ter na sua consciência... Que mesmo com uma fera poderia ter um pouco de clemência?
Uma fera armou o salto ao mesmo tempo que uma bala o acertava...
A outra nem do lugar se movera pois mais uma bala o achara.
O restante correu a se embrenhar pela floresta...
Naquele lugar a tarefa fora cumprida e a fazer mais nada resta.
Ali de pé diante das feras caídas Jack Pazzo sorriu por um breve momento... Ao menos por hoje não haverá mais sofrimento.
Parou perto da rocha em silêncio, desatando os nós que a jovem prendiam...
Apanhou a em seus braços e cobriu todos os ferimentos que nela se viam.
A meiga menina de cabelos cacheados agora sorria...
com lágrimas no rosto do seu pesadelo saia.
Seguiram ambos na estrada de mãos dadas...
Deixando para trás todo terror da noite passada.
No solo arenoso um pedaço de couro ficara para trás, para que lesse todo ser asqueroso.
Num pedaço de couro tirado das costas de uma fera... Lá estava escrito:
"Minha missão foi cumprida como um açoite...
Eu sou Jack Pazzo... Eu também sou a escuridão da noite."
Que coisa era aquela? Aquele humano mesmo punindo, não deixava de ter na sua consciência... Que mesmo com uma fera poderia ter um pouco de clemência?
Uma fera armou o salto ao mesmo tempo que uma bala o acertava...
A outra nem do lugar se movera pois mais uma bala o achara.
O restante correu a se embrenhar pela floresta...
Naquele lugar a tarefa fora cumprida e a fazer mais nada resta.
Ali de pé diante das feras caídas Jack Pazzo sorriu por um breve momento... Ao menos por hoje não haverá mais sofrimento.
Parou perto da rocha em silêncio, desatando os nós que a jovem prendiam...
Apanhou a em seus braços e cobriu todos os ferimentos que nela se viam.
A meiga menina de cabelos cacheados agora sorria...
com lágrimas no rosto do seu pesadelo saia.
Seguiram ambos na estrada de mãos dadas...
Deixando para trás todo terror da noite passada.
No solo arenoso um pedaço de couro ficara para trás, para que lesse todo ser asqueroso.
Num pedaço de couro tirado das costas de uma fera... Lá estava escrito:
"Minha missão foi cumprida como um açoite...
Eu sou Jack Pazzo... Eu também sou a escuridão da noite."
Em processo - Continua na próxima edição.
Criado e Escrito por: Jean S. Viana
Escrito por: Jean Da Silva Viana
Dedicado ao meu Avô José de Abreu e Silva
Contador de histórias e exemplo de Pai, Avô e Esposo.
Obrigado pelo exemplo Vovô, sem isso muita coisa teria se perdido na minha educação! Descanse em PAZ!
**********************************************************************************************
Apresentando mais um personagem de Jean S. Viana

Kaluga Jack, o Pirata. Criado para impor medo aos bucaneiros que navegavam na costa negra e aterrorizavam os comerciantes de países pobres. Seu inimigo era um poderoso oponente, o mesmo que deu origem ao anti herói Kaluga Jack. A morte o perseguia e o mar era o seu lar. Os demônios pereciam sob a lâmina deste pirata. Kaluga Jack, combatia o mal nas águas frias em qualquer lugar, pois navegava num navio fantasma: o Corcel Vermelho.
Numa Noite Triste na Ilha de Kaluga Cobatan uma família de pescadores é atacada por ferozes piratas. Eles são assassinados cruelmente e seu bebê deixado para morrer num barco em chamas. O terrível Capitão Rackman Black se alimenta das almas inocentes e conjura um horrível demônio ladrão de almas chamado azaraknon. Porém a alma do bebê não pode ser tocada... Enraivecidos, eles deixam o bebê pra morrer.
Tânia Tulak, uma poderosa feiticeira encontra o bebê e o leva para o covil de Jackson Buckanners, um velho pirata.
A medida que o garoto cresce recebe tatuagens pelo corpo para proteger sua alma. Jackson Buckanners treina o garoto nas artes da batalha e assim embarcam no Corcel Vermelho, um grande navio pirata.
Saído das águas quentes do inferno, o Corcel Vermelho navega sem paradeiro a levar terror e morte aos seus inimigos... Kaluga Jack é o seu Capitão.
O destino é um espaço de tempo... É o infinito abismo que devora almas e mundos. Assim ele segue viagem...
Seu destino será sempre a sorte nas águas do mar, lutando contra o Capitão Rackman Black e seus demônio cruéis.
As hordas o temem e a aventura é apenas uma história do passado contada através das épocas, com sangue e suor.
Espadas que cortam a carne e fazem tremer o mais feroz rival.
Assim nasceu Kaluga Jack... O corpo todo tatuado e incríveis armas de corte com anagramas contra feitiçarias. Suas armas de pederneira parecem cuspir fogo do inferno e o chumbo incandescente dilacera a carne do pecador.
A morte está logo ali... Seus passos está a sentir... Na sombra e na escuridão seus inimigos perecerão. O mar canta sempre, esta mesma canção.
Um pacto com a morte e uma profunda escuridão se encontra no seu coração.
KALUGA JACK - DE JEAN S. VIANA
A CAMINHO DE TORTUGA
Meia noite e meia e o colossal barco de Hickman se adiantava em parar no porto de tortuga.
A após a terrível batalha contra navios ingleses o "Calico saint" buscava segurança nos braços de "Tortuga."
Este porto era o mais importante ponto para saqueadores e piratas.
Ali uma boa bebida e meretrizes serviam os cansados bucaneiros... Também haviam festejos e brigas... Alguns negócios também ali se faziam.
No entanto O Capitão Hickman só queria descansar.
Uma vez atracado no porto, deixou alguns homens de guarda e o restante fez descer em terra.
Se dirigiu a taverna do "Porco Louco" adiantando o pagamento da bebida para os homens e algumas prostitutas do lugar já contratadas. Alugou um quarto e pôs dois piratas na sua porta de vigia.
O sono o puxava sem piedade para as terras do adormecido.
Logo desabou nos lençóis limpos de uma cama macia. A meretriz ao seu lado o conhecia bem... Deixou que dormisse e armando a própria arma do Capitão se colocou próximo da janela; Ali ninguém passaria.
Pela manhã ela sabia que viria doces recompensas em beijos e caricias, sem contar a farta e poupuda bolsa que encheria seu sorriso de alegria.
A noite se passava tranquila com gritos e brigas nas ruas e os gemidos de mulheres e homens em louca volúpia.
O ar se pesava e se media pela fumaça do tabaco e o cheiro de bebida alcólica.
Mesmo assim era uma cena comum e sinal de que tudo estava bem.
De repente um pássaro negro sobrevoou o porto de "Tortuga."
Seu olhar vítreo se refletia nas luzes das fogueiras e lanternas noturnas. Era Tânia Tulak, a feiticeira da eternidade.
O pássaro negro pousou sobre o mastro do "Calico Saint"... Ela havia encontrado seu alvo.
Os marujos trêmeram... A morte estava ali.
Logo um estrondo foi ouvido como o disparar de um canhão e um silvo se ouviu no ar.
Uma bala de canhão atingiu o casco do navio e o Calico Saint estremeceu.
Em meio a neblina a morte se aproximava... Surgiu a imagem difusa de um navio fantasma: O Corcel Vermelho.
Na ponta do seu convés o terrível pirata KALUGA JACK.
Continua logo mais.
De: Jean S. Viana - Criado, Escrito e Ilustrado
KALUGA JACK - 2017

**
******************************************
Nos contos de Jean S. Viana sempre é sitado o sombrio e seus pesadelos tomam forma nas coisas que escreve. Tudo tirado de uma imaginação de um sono profundo.
"Haviam torres no campo. Lobos uivavam pra lua enquanto ela exibia seu brilho vermelho como sangue. Vi no chão milhares de esqueletos com armaduras e cada qual trazia uma cultura e um modo diferente.
Também notei que a morte se assentará no meio deles, sobre uma pequena rocha. Quando percebeu que eu a vi ela se virou e fitou meus olhos. Fiz de conta que não a havia notado e caminhei até a porta de um casebre, mas meu corpo tremia. Recuei...
Senti como se do outro lado havia algo aterrador. Um vapor quente exalava do interior daquele casebre. Mais parecia a entrada do inferno.
Um vento frio me atingiu com violência... Era como se me puxasse pra longe dali. Corri para uma das torres mais próximas. Escutei dezenas de rosnados e o medo se apossou de mim; uma matilha de cães me perseguia. Eu não conseguiria alcançar os portões a tempo.
O medo só aumentava e meu coração batia tão forte que mais parecia que meu peito ia explodir. A terra tremeu e se abria em fendas. Passei com velocidade sobre o chão estilhaçado, mas os cães não tiveram tanta sorte... A terra os tragou como uma fera que se alimenta de carne. A morte se levantou e caminhou. "
Jean S. viana - 2017
"Manuscritos da Luz e das Trevas". (Livro do Autor)

Dedicado ao meu Avô José de Abreu e Silva
Contador de histórias e exemplo de Pai, Avô e Esposo.
Obrigado pelo exemplo Vovô, sem isso muita coisa teria se perdido na minha educação! Descanse em PAZ!
**********************************************************************************************
Apresentando mais um personagem de Jean S. Viana

Kaluga Jack, o Pirata. Criado para impor medo aos bucaneiros que navegavam na costa negra e aterrorizavam os comerciantes de países pobres. Seu inimigo era um poderoso oponente, o mesmo que deu origem ao anti herói Kaluga Jack. A morte o perseguia e o mar era o seu lar. Os demônios pereciam sob a lâmina deste pirata. Kaluga Jack, combatia o mal nas águas frias em qualquer lugar, pois navegava num navio fantasma: o Corcel Vermelho.
Numa Noite Triste na Ilha de Kaluga Cobatan uma família de pescadores é atacada por ferozes piratas. Eles são assassinados cruelmente e seu bebê deixado para morrer num barco em chamas. O terrível Capitão Rackman Black se alimenta das almas inocentes e conjura um horrível demônio ladrão de almas chamado azaraknon. Porém a alma do bebê não pode ser tocada... Enraivecidos, eles deixam o bebê pra morrer.
Tânia Tulak, uma poderosa feiticeira encontra o bebê e o leva para o covil de Jackson Buckanners, um velho pirata.
A medida que o garoto cresce recebe tatuagens pelo corpo para proteger sua alma. Jackson Buckanners treina o garoto nas artes da batalha e assim embarcam no Corcel Vermelho, um grande navio pirata.
Saído das águas quentes do inferno, o Corcel Vermelho navega sem paradeiro a levar terror e morte aos seus inimigos... Kaluga Jack é o seu Capitão.
O destino é um espaço de tempo... É o infinito abismo que devora almas e mundos. Assim ele segue viagem...
Seu destino será sempre a sorte nas águas do mar, lutando contra o Capitão Rackman Black e seus demônio cruéis.
As hordas o temem e a aventura é apenas uma história do passado contada através das épocas, com sangue e suor.
Espadas que cortam a carne e fazem tremer o mais feroz rival.
Assim nasceu Kaluga Jack... O corpo todo tatuado e incríveis armas de corte com anagramas contra feitiçarias. Suas armas de pederneira parecem cuspir fogo do inferno e o chumbo incandescente dilacera a carne do pecador.
A morte está logo ali... Seus passos está a sentir... Na sombra e na escuridão seus inimigos perecerão. O mar canta sempre, esta mesma canção.
Um pacto com a morte e uma profunda escuridão se encontra no seu coração.
KALUGA JACK - DE JEAN S. VIANA
A CAMINHO DE TORTUGA
Meia noite e meia e o colossal barco de Hickman se adiantava em parar no porto de tortuga.
A após a terrível batalha contra navios ingleses o "Calico saint" buscava segurança nos braços de "Tortuga."
Este porto era o mais importante ponto para saqueadores e piratas.
Ali uma boa bebida e meretrizes serviam os cansados bucaneiros... Também haviam festejos e brigas... Alguns negócios também ali se faziam.
No entanto O Capitão Hickman só queria descansar.
Uma vez atracado no porto, deixou alguns homens de guarda e o restante fez descer em terra.
Se dirigiu a taverna do "Porco Louco" adiantando o pagamento da bebida para os homens e algumas prostitutas do lugar já contratadas. Alugou um quarto e pôs dois piratas na sua porta de vigia.
O sono o puxava sem piedade para as terras do adormecido.
Logo desabou nos lençóis limpos de uma cama macia. A meretriz ao seu lado o conhecia bem... Deixou que dormisse e armando a própria arma do Capitão se colocou próximo da janela; Ali ninguém passaria.
Pela manhã ela sabia que viria doces recompensas em beijos e caricias, sem contar a farta e poupuda bolsa que encheria seu sorriso de alegria.
A noite se passava tranquila com gritos e brigas nas ruas e os gemidos de mulheres e homens em louca volúpia.
O ar se pesava e se media pela fumaça do tabaco e o cheiro de bebida alcólica.
Mesmo assim era uma cena comum e sinal de que tudo estava bem.
De repente um pássaro negro sobrevoou o porto de "Tortuga."
Seu olhar vítreo se refletia nas luzes das fogueiras e lanternas noturnas. Era Tânia Tulak, a feiticeira da eternidade.
O pássaro negro pousou sobre o mastro do "Calico Saint"... Ela havia encontrado seu alvo.
Os marujos trêmeram... A morte estava ali.
Logo um estrondo foi ouvido como o disparar de um canhão e um silvo se ouviu no ar.
Uma bala de canhão atingiu o casco do navio e o Calico Saint estremeceu.
Em meio a neblina a morte se aproximava... Surgiu a imagem difusa de um navio fantasma: O Corcel Vermelho.
Na ponta do seu convés o terrível pirata KALUGA JACK.
Continua logo mais.
De: Jean S. Viana - Criado, Escrito e Ilustrado
KALUGA JACK - 2017

**
******************************************
Nos contos de Jean S. Viana sempre é sitado o sombrio e seus pesadelos tomam forma nas coisas que escreve. Tudo tirado de uma imaginação de um sono profundo.
"Haviam torres no campo. Lobos uivavam pra lua enquanto ela exibia seu brilho vermelho como sangue. Vi no chão milhares de esqueletos com armaduras e cada qual trazia uma cultura e um modo diferente.
Também notei que a morte se assentará no meio deles, sobre uma pequena rocha. Quando percebeu que eu a vi ela se virou e fitou meus olhos. Fiz de conta que não a havia notado e caminhei até a porta de um casebre, mas meu corpo tremia. Recuei...
Senti como se do outro lado havia algo aterrador. Um vapor quente exalava do interior daquele casebre. Mais parecia a entrada do inferno.
Um vento frio me atingiu com violência... Era como se me puxasse pra longe dali. Corri para uma das torres mais próximas. Escutei dezenas de rosnados e o medo se apossou de mim; uma matilha de cães me perseguia. Eu não conseguiria alcançar os portões a tempo.
O medo só aumentava e meu coração batia tão forte que mais parecia que meu peito ia explodir. A terra tremeu e se abria em fendas. Passei com velocidade sobre o chão estilhaçado, mas os cães não tiveram tanta sorte... A terra os tragou como uma fera que se alimenta de carne. A morte se levantou e caminhou. "
Jean S. viana - 2017
"Manuscritos da Luz e das Trevas". (Livro do Autor)



Nenhum comentário:
Postar um comentário